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O punk rock não morreu...
É, já faz tempo que eu não escrevo nada por aqui.
Se não fosse pelo Sbub, esse blog já estaria às moscas!
Eu não tenho tido muito tempo, inspiração e saco
para escrever algo aqui. Sei lá porque. Andei até pensando em simplesmente
fechar o Sbub para balanço, como já aconteceu no ano passado. Mas não vou tomar
essa decisão, porque não há motivos para tal. Simplesmente, quando eu estiver a
fim, venho e escrevo de novo.
CURTAS!
Sociedade
O Sbub está na Suíça outra vez. Tem pessoas que vão
para a Praia Grande todo mês. Outras, vão para Caldas Novas toda semana. Tem
gente que gosta de ir ao clube todo dia. O Sbub vai a Genebra de tempos em
tempos. Questão de opção.
O Blog do Advogado Tatuado voltou. Exatamente como
era antes, com todas as cópias. As mensagens novas continuam sendo cópias (mas
de outros blogs, não mais do Cérebro). Acho que ele gostou de chamar a atenção,
entrar em discussões e coisas assim.
Esportes
A final da NBA foi a melhor de muitos anos.
Permitir a defesa por zona - ao contrário do que muitos pensavam, inclusive eu -
foi um grande acerto da liga. Larry Brown agora é o técnico do USA para as
olímpiadas. Tomara que o Rip Hamilton vá.
Nunca me achei um grande entendido de F1, apenas
gosto do esporte. Mas essa nova palhaçada do Rubinho no Canadá provou que eu
estava certo.
Outro fato que mostra como eu estava certo foi a
eliminação do São Paulo da libertadores. Deu pra sacar agora como o futebol tá
nivelado por baixo? Se colocar os cinco melhores times de hoje numa máquina do
tempo, para disputar o campeonato brasileiro de 1997, seriam todos lanterninhas.
O São Paulo de hoje é o Juventus de ontem.
Cotidiano
Pra mim, uma pessoa que fuma em público, é igual
uma pessoa que peida em público. Ela infesta com seu fedor o ambiente,
deliberadamente. A diferença é que um peido, por pior que seja, se dissipa logo.
Cigarro fica impregnado na roupa, no cabelo de quem não tem nada a ver.
Beleza que você quer fumar, mas faça isso no seu banheiro, como gente
civilizada. Não no elevador.
Cultura - Frases
"Esse cara do Charlie Brown Jr. se acha muito
mano, mas ele não passa de um playboy! Ele pode até já ter sido mano um dia,
dormido na rua, e tal. Mas agora ele é playboy!"
Segurança de uma casa de shows em São
Paulo
"Se minha banda acabasse, talvez
eu formasse uma banda de power metal. Mas não esse power metal gay que
essas bandinhas fazem hoje. Se tirar a letra, todas viram música de criança,
tipo o Mágico de Oz..."
Schimier, sábio vocalista e baixista do
Destruction
"O importante é ser bizarro, mesmo que seja
você"
Peu, guitarrista da banda da Pitty
Escrito por Mascavo �s 13h11
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Cantigas
Li uma vez que o Caetano Veloso, que já colocou comentários intrigantes aqui no Sbubs, certa feita apresentou um programa na TV, no auge da Tropicália. Como era na tropicália, nada de ternos Armani: era só porraloquice. Eles podiam ir lá e plantar bananeira no palco ou falar palavras sem sentido. Isso, aliás, é um hábito que ele não perdeu. Logo na estréia, e no espírito sedutoramente pirado do programa, o Caetano aparecia cantando "Eu pensei que todo mundo fosse filho de papai noel" com uma arma apontada para a própria cabeça.
Desde então, eu me intrigo com canções infantis. Algumas por serem muito punks, outras por serem absolutamente sem lógica. Coisas do tipo:
"Samba lê lê tá doente Tá com a cabeça quebrada Samba lê lê precisava É uma boa palmada"
Eu acho que essa canção deveria tocar continuamente nos quartos de hospital onde se recuperam aqueles que sofreram traumatismo craniano. Ou eles melhoravam pela ameaça de tomar uns cutbacks na zureba, ou entravam em depressão - e mudavam de ala do hospital.
Outra:
"Terezinha de Jesus De uma queda foi ao chão Acudiram três cavalheiros Todos três chapéu na mão. O primeiro foi seu pai O segundo seu irmão O terceiro foi aquele Que a Teresa deu a mão."
Por que Terezinha caiu? Por que os cavalheiros estavam de chapéu na mão? O terceiro era o noivo de Terezinha, ou ela deu a mão depois que ele a acudiu? Que lições nos trazem essa música? Que emoções? Se a melodia ainda fosse animada, ainda seria uma justificativa. Francamente.
Tem até canções que são compreensíveis. Incompreensível é que eles sejam tão populares. Em Brasília, quase todo mundo sabe que a canção favorita do presidente Juscelino Kubstchek era:
"Como pode um peixe vivo viver fora da água fria
Como pode um peixe vivo viver fora da água fria
Como poderei viver Como poderei viver Sem a tua, sem a tua, sem a tua companhia"
Dito isso, nem chega a surpreender que o Itamar curtisse Fuscas.
 Samba! Samba! Samba lê lê! Samba! Samba! Samba, ô lá lá!
Escrito por Sbub �s 13h18
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Eu vi o filme do Cazuza
Assisti ao filme do Cazuza. Bom filme, bem feito. Algumas vezes parece aquelas biografias feitas para TV do intercine, com cortes extremamente bruscos e o epílogo em legendas no final. Mas acho que isso é inevitável numa biografia em filme.
Uma coisa bacana na promoção da obra foram as pequenas lendas que a assessoria de imprensa fez questão de plantar nas matérias: O Frejat nunca disse que não toca samba, no teste para o papel, o ator que conseguiu comeu o exame de Aids. Também dizem que ele passou por uma incrível transformação.
Não sou especialista no assunto, mas tenho a impressão de que encarnar o papel de alguém que realmente existiu é mais fácil do que um fictício. Mas isso não tira o mérito do garoto, que se saiu muito bem, assim como os demais. Apenas o pai dele ficou estranho, pois não se parece nem um pouco com o João Araújo original.
A comparação com "The Doors" é inevitável. Fica clara a tentativa de transformá-lo num herói da contra-cultura. Fernando Bonassi, roteirista do filme, disse que algumas cenas de sexo foram amenizadas para a censura do filme não ser muito alta. Segundo ele, só assim o filme atingiria a geração que ele pretende "sacudir". Como se o Cazuza fosse exemplo pra alguma coisa.
O próprio filme mostra: o cara não passava de um playboy, filhinho de papai mimado, que vivia vadiando e enchendo a cara por aí. Até acho que ele está certo: se você não precisa, não deve trabalhar mesmo. Trabalhar é uma merda, coisa de cristão que acha que trabalho é sinônimo de virtude. Mas isso só serve de exemplo para outros playobys filhinhos de papai mimados: "ao invés de ficar enfeitando seu carro, vá se divertir, ler poesia, fazer arte e participar de muita suruba". O que é um bom conselho.
Mas se o pai do Cazuza fosse caixa de banco, ao invés de executivo de gravadora, ele teria morrido muito mais cedo, tentando roubar para comprar droga ou coisas assim. Enfim, a história dele só é bonita porque o mundo é de quem tem dinheiro.
Vou dar minha opinião sobre o Cazuza: Ele era mesmo um excelente frontman, que bebia na fonte de outras "divas", como Freddie Mercury. Era também um bom letrista, que se saiu muito bem enquanto teve por trás dele (o duplo sentido fica por sua conta), uma boa banda de rock. Quando foi tentar carreira solo, suas boas letras passaram a "ilustrar" musiquinhas fuleiras, arranjadas por freios-de-mão da indústria fonográfica, como o Guto Graça Melo.
Jim Morrison e Cazuza, dois bêbados que curtiam poesia, só são heróis porque vivemos numa sociedade de merda onde poucos, pouquíssimos, tem colhões para ser realmente o que se quer. Mas é bom lembrar que enquanto um fazia isso porque era realmente muito doido, o outro fazia o mesmo porque tinha quem pagasse a conta.
Vem tomar sopa, bofe!
Escrito por Mascavo �s 08h03
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Cinco maiores vantagens de comer em restaurantes serve-serve
1) Poder comer comida árabe com farofa 2) Poder comer comida italiana com farofa 3) Poder comer pizza com farofa 4) Ter mais de um tipo de farofa 5) Comer farofa

Êba
Escrito por Sbub �s 12h45
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Reminiscências oitentistas
Todo mundo já cansou de receber e-mails com coisas dos anos 80. São e-mails bacanas que nos lembram de músicas, desenhos e produtos que não existem mais. Mas há coisas sutis que ficaram pra trás, que não fazem a menor falta, mas que nem por isso eu não sinto saudades:
1) Fade out - Nos anos 80, as bandas decidiram que não sabiam como terminar uma música. Aí usavam o recurso de ir baixando, o som, e ficando aquela voz baixinha cantando o refrão. Era uma grande falta de criatividade, mas era engraçado e permitia extended versions nos shows, mania setentista que ainda dominou na década new wave.
2) Cenas dos próximos capítulos - As novelas da Globo faziam muito mais sucesso há 18, 20 anos. Eu acho que é porque havia um bloco onde aparecia "a seguir, cenas do próximo capítulo". Você já podia fazer outra coisa. Ou, se nada tivesse a fazer, ficava lá e já sabia o que estava por vir, sem precisar ler no jornal de domingo.
3) Galinho do tempo - toda loja de bugiganga vendia uma galinho que mudava de cor conforme o clima. Tipo, ficava lilás, se estivesse nublado. Embaixo tinha uma escala de cores, para você saber relacionar o clima com as cores. Eu nunca fui bom de distinguir cores e as cores eram superparecidas. Então não servia pra nada. Mas era bacana. Como os anos 80.

Não tem nenhuma foto do bendito galo na internet. Então botei esse bonitão aí.
Escrito por Sbub �s 12h54
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O fim do caso do advogado tatuado
Como antecipei dias atrás, recebi um e-mail explicando a mania bizarra de copiar blogs do Advogado Tatuado.
Seus tios, que são responsáveis por ele, me explicaram que o Advogado Tatuado sofre de uma doença chamada "desvio de comportamento repetitivo-obsessivo". Ele lê o Meu Cérebro Dói e no dia seguinte procura fazer exatamente as mesmas coisas que leu. Então não é exatamente um plágio. Ele realmente escreve sobre sua vida, essa sim, baseada na vida do Paulo.
Os tios do Tatuado me explicaram ainda que ele viveu até os 23 anos preso dentro de casa, por causa de sua mãe ultra-autoritária. Agora que ela morreu, ele não sabe como é viver uma vida normal. Por isso, decidiu imitar alguém até aprender. Como ele tem sérios problemas mentais (daí a identificação com o "Meu Cérebro Dói"), isso se tornou uma obsessão e agora ele não consegue parar. Mas ele está em tratamento e está melhorando.
Eles me contam um de seus maiores avanços: "Um dia, esse sujeitinho que escreve as coisas que ele copia disse que viu um fusca rosa! Foi um deus nos acuda para tentar arranjar um fusca rosa para ele. Depois de rodar a cidade inteira atrás do bendito carro, conseguimos convencê-lo que ver um fusca roxo era suficiente. No fim foi bom, foi um avanço. Temos esperança de que um dia ele pare com essa mania", explicaram os tios do rapaz.
Eles contam ainda que tiraram o blog dele do ar para evitar problemas judiciais com o autor do blog original. Mas me pediram que entre em contato com ele para sensibilizá-lo e convencê-lo a liberar o plágio do pobre menino. Me comprometi a fazer isso, já que a situação parece mesmo muito ruim. Só nos resta agora torcer pelo garoto.
Escrito por Mascavo �s 04h28
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Prometi a vocês mais notícias sobre o caso do Advogado Tatuado. Aqui estão elas:
O Sr. Tatuado me escreveu, contando o porquê da sua estranha fixação pela vida de outro cara. Na verdade, ele gostava de uma menina que era blogueira fanática. Ele quis impressioná-la fingindo que já tinha um blog faz tempo. Como não teria - em suas próprias palavras - tempo hábil para escrever um, saiu copiando os posts do Meu Cérebro Dói. Segundo ele, a vida dele e a do Paulo tem tudo a ver.
Na verdade a explicação tatuada é bem engraçada. Mas vou deixar que ele mesmo publique a história. É tudo tão bizarro que é capaz de ele acabar virando mesmo um blogueiro famoso. O que seria um desfecho bem irônico.
O Advogado Tatuado tem um fotolog, que continua no ar: http://rgarofalo.fotoblog.uol.com.br. Pensei em pegar umas fotos dele e fazer umas montagens, como o Léo sugeriu. Mas com isso eu estaria cometendo um monte de crimes: injúria, difamação e outras coisas, nas quais a prova da verdade não cabe como defesa. Também estaria comprando uma briga que nem é minha, é do Paulo. Minha parte se resumiu a tornar pública (!?) a história bisonha.
Na verdade, com a retirada do blog do ar e tudo mais, o tempo da piada passou. O que seria uma divertida guerra - como aquela do Lú do Trem, envolvendo o Van Gogh e a Loir@ - acabaria virando uma simples picuinha, uma tentativa mesquinha e sem graça de humilhar o sujeito. O que é uma pena, porque teria sido bem engraçado.
É um fim triste e decepcionante. Seria muito mais legal saber que o motivo da sua obsessão em copiar outro blog é esse que eu contei no post acima:
Escrito por Mascavo �s 04h24
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Boas formas de ser empresário na terceira idade
Um cara que eu conheço, beirando os 50 anos, comprou um posto de gasolina. Ele tem bastante grana, vive confortavelmente. Qualquer um, na situação dele, montaria um confortável escritório na sobreloja do posto e passaria seus dias ali, fingindo que trabalha.
Mas esse cara fez diferente. Colocou um macacão da BR e sentou numa cadeira detonada na porta do posto. Se misturou aos seus empregados. É ao mesmo tempo dono do posto e frentista. Enche o tanque, olha a frente, lava o pára-brisa, calibra pneu e ganha gorjeta.
Achei uma idéia excelente. Afinal, pra quê parar de trabalhar? Pra que viver num escritório? Ele não tem mais nada a provar para ninguém, mais nada a conquistar. Assim ele mantém uma atividade, continua ganhando bem, fica em forma e ainda se mantém próximo aos seus funcionários. Além disso, não tem que se vestir bem. O cara encontrou uma ótima forma de viver a terceira idade.
Ter um posto de gasolina de Lego também seria legal!
Pensando nisso, pensei em outras profissões muito legais de se exercer, quando se é o dono do negócio:
- Balconista de locadora de vídeo: Sua vida passa a ser falar sobre filmes! Este filme é bom, este é ruim! Viu o último do Al Pacino? Imagine que legal! A resonsabilidade é mínima: Resume-se a rebobinar fitas, checar se os DVDs estão arranhados, organizar as estantes. Nas horas vagas, vc assiste filmes. O mesmo valeria para balconista de loja de discos, nos anos 80.
- Dono de banca de revista: Você fica sempre bem informado. Lê só o que é importante. Pode vender a revista depois de lida. E nunca perde as coleções que vêm em fascículos porque esqueceu de ir comprar no domingo!
- Vendedor de loja de carros usados: Você vai para a praia? Sai com uma caminhonete! Quer impressionar seu sogro? Sai de Omega CD. Precisa chegar rápido a algum lugar? Vai de honda Biz. Quer ser discreto? Pega um Uno Mille. Carro nunca vai ser problema pra você. E os produtos não desvalorizam por causa disso.
Nota: O Advogado Tatuado apareceu por aqui e deixou comentários no post sobre Ribeirão Preto. Dêem uma olhada lá e comentem aqui.
Nota 2: Eu sei que é ele porque ele me escreveu falando sobre o assunto. Mas é tão engraçado que eu não sei ainda o que falar a respeito. Em breve, mais notícias do caso.
Escrito por Mascavo �s 02h50
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Dia internacional do arroz
Vejam que bom, li em algum lugar que este é o Ano Internacional do Arroz! Uma das melhores coisas do mundo ocidental, é o de ter um dia para as coisas. Dia do pintor, da dona de casa, do jornalista, das mães, das vós, dos pais, das crianças. Sem contar os religiosos, que a igreja católica resolveu que cada dia teria um santo, ocorrendo inclusive casos de overbook.
A pergunta é: o que devemos fazer no ano do arroz? Porque nos dias citados acima, a gente dá presente, faz oferendas, coisas normais. E no ano todo? Devemos comer mais arroz? Inventar novas receitas de arroz?
Como uma das medidas, eu sugiro inventar o cor "arroz". Já tem tanta cor, e não tem cor de arroz. Sim, eu sei, o arroz é branco. Mas nem tudo que é branco tem uma cor branca. Um dia fui numa loja e perguntei se tinha camisa branca. O cara disse que não. E tinha uma prateleira só de camisas brancas. Então perguntei:
- Essa camisa não é branca? - Não. É pérola. - E essa? - Gelo - Essa? - Neve. - Essa também não é branca? - Não, senhor. Essa cor é mármore. - E essa outra aqui? - Essa é um creme claro.
Não lembro qual comprei, mas eu uso como se fosse branca. Se tivesse uma cor de arroz, também não ia ter diferença e estaríamos homenageando este cereal tão simpático que é o nosso amigo arroz!
Outra interpretação para o Ano Internacional do Arroz é aquele cara que sempre acompanha as mulhé, mas nunca pega. Só acompanha, é arroz. Rolou um e-mail uma época aí sobre isso. Dizia que a mulher só fala do arroz pro namorado, mas não rola nada. No Ano Internacional do Arroz, os governos de todo mundo deveriam incentivar as cidadãs que possuem um arroz e dar-lhes uma chance ou não apenas uma chance, fazendo um arroz mais feliz.
 Vá no arrozal e faça um arroz feliz
Por fim, todos deveriam repetir a palavra arroz até perder o sentido. Arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz, arroz....
Escrito por Sbub �s 09h47
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