Ganhe dinheiro sem fazer esforço
Depois de escrever o post aí debaixo, resolvi transformar isso num meme, porque não?
a campanha é a seguinte: "Dê dinheiro ao seu leitor mais dedicado".
A idéia é simples - você escolhe o leitor mais dedicado do blog e dá uma grana pra ele. Pode ser qualquer quantia, até um centavo. O importante é ter uma prova no blog, como o comprovante do depósto bancário ou mesmo uma foto do seu leitor recebendo uma nota de um real assinada por você. E, como todo meme, tem que passar a diante.
É claro que eu vou repassar a tarefa para o Serbon :-)
Se der certo, a gente prova que fazer blog dá dinheiro.
Escrito por Mascavo �s 12h59
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Body Count's in da house!
Sabe aquela história de que o Ice-T jogava dinheiro pra platéia nos shows?
Pois é, eu e o Sbub decidimos fazer o mesmo. Chegamos a conclusão de que nossos leitores mais dedicados merecem dinheiro.
Ainda mais sabendo que esses leitores são pais de família, trabalham aos fins de semana e tem seus próprios blogs, muito mais populares do que esse aqui.
Então a gente resolveu dar uma grana pro Serbon, que não importa quão ruim é o post, sempre escreve um comentário.
Dá os seus dados bancários aí, Serbon!
Quem disse que comentar em blog é perda de tempo?
Escrito por Mascavo �s 11h00
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Tracadalhos do carilho
Trocadilho é uma das mais simples, bestas e, logo, mais divertidas formas de humor.

Para quem, como eu, não tem talento nem pra boneco de palito, eu fiz a tirinha em www.stripgenerator.com. Be the strip generation!
Ps: não consegui editar a tirinha, então ficou faltando a interrogação no primeiro quadrinho. E foi difícil colar aqui, tive que recorrer ao incansável Republics. Valeu aí, Rep.
Update mascavita: diminui o tamanho da imagem pra não dar scroll horizontal e coloquei a interrogação.
Escrito por Sbub �s 14h28
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Rodolfo Valentino não faria melhor!
Um amigo me convidou para o show do (eca...) Plebe Rude, e eu lembrei de um projeto muito bacana que eu idealizei tempos atrás: a banda Hebe Rude.
A idéia era gravar músicas que são a cara da Hebe, tipo Cauby Peixoto, em versão tosca e punk. Talvez mudar algumas palavras das letras para ficar, você sabe, mais rude.
Eu tive essa idéia a 8 anos atrás, qdo a internet ainda era a ferramenta do futuro, e não só mais um modo de espalhar piadas. E isso me faz pensar que a idéia hoje é muito boa, visto o sucesso de coisas como Jesus Negão, O cara Tossiu, essas coisas inacreditavelmente sem graça que circulam por aí.
Acho que vou gravar as coisas em casa e por no MySpace. Quem sabe eu não consigo me apresentar no programa da Hebe? Quem sabe o Lúcio Ribeiro não me ache supercool e inovador e eu me torne queridinho da imprensa? Quem sabe eu não consiga um contrato com a Sub Pop?
Escrito por Mascavo �s 12h14
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Sempre mais do mesmo! Não era isso que você queria ouvir?
Para começar, um disco realmente bom é bom logo da primeira vez. Não tem essa de ouvir algumas vezes para se acostumar, para entender... Se ele é realmente bom – eu digo REALMENTE BOM, clássico, acima da média, imprescindível – ele te pega de primeira.
E nessa primeira vez ele não entra pelo ouvido. Ele entra pela espinha, de baixo para cima, atingido diretamente o hipotálamo, a área do cérebro responsável por “traduzir” as emoções em respostas físicas. Dá um tilt. O ouvinte fica incapaz de emitir uma opinião equilibrada e inteligível sobre a música. Mistura reações opostas como agonia e prazer, certeza e dúvida, admiração e estranhamento, satisfação e desejo. Fica arrepiado. Sorri com sinceridade, sem saber o motivo. Perde totalmente o controle da situação, não sabe o que está acontecendo. É semelhante à sensação indescritivelmente boa que se tem momentos antes de um desmaio. Não é a toa que fãs, ao ver seus ídolos, efetivamente desmaiam.
E, é claro, isso varia de pessoa para pessoa. Estou falando de emoção, não tem nada racional, nada técnico. É questão de gosto, daquilo que toca. A garota gótica que sonha com um amor intocável, vampiresco e amaldiçoado se sente assim ao ouvir, por exemplo, Sisters of Mercy. A garota country que sonha com seu peão dominando um touro e depois amando na boléia se sente assim ao ouvir, por exemplo, Sula Miranda. Tudo bem. O que vale é o sentimento.
Escrevo tudo isso para justificar porque não dá para descrever o quanto é bom o DVD Pixies: Live At The Paradise. As músicas são as mesmas, os arranjos são os mesmos. Não tem explicação racional. Mas me causou tudo isso aí. Talvez porque eu tenha sido no passado um garoto com um instrumento que sonhava em fazer algo diferente com ele.
Escrito por Mascavo �s 10h45
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