WC

A humanidade é composta de homens e mulheres. Com algumas exceções, mas basicamente, machos e fêmeas. A tal da cápsula que foi enviada para o espaço com o riff de Satisfaction certamente não foi com uma representação de homens e mulheres. Porque, em qualquer lugar, quando você vê duas figuras, uma representando o homem e outra, a mulher, você já sabe que achou o banheiro.

 

Não que seja ruim. É um belo exemplo de comunicação bem feita. Em qualquer lugar do mundo, você procura pela plaquinha. OK, tem também aquelas breguezas, tipo o homem ser representado por uma cartola e a mulher por uma luva, mas isso não exclui o fato de que o homem e a mulher sem nada em volta, sem nenhuma outra indicação, siginifcam “aqui você pode mijar”.

 

Pode-se argumentar que isso é bastante natural. Ir ao banheiro é uma coisa que todo mundo faz todo dia. Então, pode-se dizer que essa é a característica básica do ser humano? Não, porque a gente dorme todo dia e se você vir um desenhinho de homem, não vai pensar que pode dormir. Não seria tão surpreendente representar assim a presença de um banheiro, se não fosse um ato tão escondido, negado, não falado. Se você chegar falando de cocô no trabalho, vão achar que você é retardado. Uma possibilidade seria a imagem de um homem e uma mulher representar algo que se considera muito mais “sublime”, muito mais “humano”, como o amor.

 

Então eu acho que, sem querer, a humanidade fez justiça a esse ato tão natural que é ir ao banheiro. E não deixa de ser bonito uma imagem de que representa todos de maneira igual. Que representa o alívio.

 

 

 

 

O Sbubs deseja aos seus leitores, não-leitores, comentaristas, detratores e visitantes ocasionais que o ano novo traga a esperança e a alegria que esta simples figura nos traz quando estamos mais necessitados. Feliz ano novo!



 Escrito por Sbub �s 10h47
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Idéias para Marketing de Guerrilha

Sexta-feira. Véspera do feriado de natal. Milhares de pessoas se espremem nos aeroportos devido a uma falha de gestão da Tam. Caos aéreo? Prova de que o Brasil não vai para frente? Problema das elites, tem gente que nem tem o que comer?

Que nada. Trata-se de mais uma bela oportunidade de manipular as massas de maneiras criativas e divertidas. Tão criativas e divertidas que, se elas perceberem que estão sendo manipuladas, vão até achar legal.

Oportunidade desperdiçada, no entanto. Eu estava lá. A Varig e a Ocean Air limitaram-se a emprestar aviões. (Deviam ter pego os da Transbrasil e os da Vasp, parados em congonhas). A Tam distribuía torradas como quem dá comida aos pássaros. A Gol não fez nada. Eu, tive idéias. Como não tenho o que fazer com elas, vou publicar aqui, para ver se alguém me acha supergenial e megacriativo.

Vou mais rápido. Vou de Varig
Os vôos da Varig estavam saindo sem atraso. Bastava colocar funcionários oferecendo, digamos, 100 reais de desconto na compra da próxima passagem para todos os passageiros. Em troca, eles usariam uma camiseta com as cores da companhia e com a frase acima escrita nas costas. Os passageiros da Tam e da Gol (que também estava atrasando, só que menos) veriam várias vezes a cena: um bando de gente feliz, formando fila para embarcar no horário, de camiseta azul.

Pão...
Ouvi dizer uma vez que as refeições nos aviões foram inventadas com o objetivo de passar o tempo, uma vez que as viagens eram bem mais lentas. Pois é, não existe nada melhor do que comida para passar o tempo. A própria Tam devia ter aproveitado a deixa para distribuir seus famosos sanduichinhos dando a entender que, mesmo atrasando, é a companhia que te trata melhor. Porque se fosse a gol, você estaria comendo barra de cereal.

Mas já que não fizeram, a Gol podia oferecer “gentilmente” barrinhas de cereal para dar “energia” para agüentar o atraso.

A casa do pão de queijo lucrou bastante com filas homéricas nos seus quiosques. Mas poderia ter lucrado mais distribuindo amostras de seus sucos com demonstrações das propriedades das frutas: “A vitamina C ajuda a superar o cansaço”... “O maracujá proporciona um sono mais tranqüilo...” etc.

Habib’s poderia montar uma central de delivery dentro do saguão. Podia ser pelo celular (informe o número do portão onde você está aguardando) ou mesmo com pessoas anotando os pedidos. Distribuir cardápios ia ser fácil. E ainda ia dar para criar slogans relacionados tipo: “em 28 minutos... sem atrasos”. A Domino’s podia fazer o mesmo. Depois da 5ª hora de espera eu estava disposto a pagar três dígitos por uma pizza.

...e circo.
No entretenimento as possibilidades são muitas. Depois de horas de tédio, qualquer coisa vale, até ler a revista de bordo da Tam (que deveria, obviamente, ter sido distribuída). Mulheres gostosas são um entretenimento por si só, e podiam aparecer por lá, desfilando com roupas de uma academia, por exemplo. Essa dava para ser emboscada, bastava comprar as passagens para dar acesso à área de embarque.

Mas tem muito mais. Gravadoras como a Trama podiam promover pocket shows de seus artistas, em parceria, talvez, com a própria Tam. Pessoas costumam ficar felizes de estarem perto de celebridades. Fabricantes de TVs gigantes, em parceria com a Net ou a TVA podiam expor seus produtos passando a programação dos canais exclusivos.

A própria Tam, de novo, podia aproveitar para reduzir os danos à imagem e lembrar que é única companhia que tem filmes a bordo em vôos nacionais.

Pais ficariam aliviados com Papai Noel, personagens da Discovery Kids ou da Turma da Mônica entretendo seus filhos. Jay jay, o jatinho, ou até o saudoso Variguinho teriam feito sucesso por lá.

Ipods, Zunes, PSPs, DVDs players portáteis venderiam como água nesses lugares. Ainda mais se viessem já com algum conteúdo (ou alguns discos).

E mesmo que não vendesse, a mensagem seria clara: “se vc tivesse um Ipod (ou um zune, ou um PSP, ou DVD player portátil) sua viagem estaria sendo divertida até aqui”.

Informação privilegiada
Cliente Claro, ative seu bluetooth (ou mande uma mensagem em branco para *555) e receba informações sobre os vôos diretamente em seu celular.

Um cartaz, ou até mesmo um homem placa, ao lado do painel de informações podia dizer: “Se você tivesse um Tim, não precisaria ficar aí em pé para receber informações dos vôos”.

E, porque não, vender smartphones? Uma lojinha podia ser montada, para que a pessoa pudesse comprar e habilitar, ali mesmo, na hora, seu smartphone. Porque não agora? Assim vc já poderia enviar e-mails, navegar na internet, jogar, aproveitar o tempo livre pra reorganizar sua agenda telefônica. Não há nada mais efetivo do que a compra por impulso. Também podia já vir com conteúdo em vídeo ou em áudio. A mensagem seria a mesma do que a dos Ipods. Sem contar que a características “agilidade” (por habilitar na hora) estaria imediatamente associada à marca.

Chutando cachorro morto
PIER significa “Peões Invadem o Estado do Rio”. Malt 90 dá câncer. McDonalds é feito de minhoca. Itaipava dá caganeira. Nada melhor para detonar uma marca do que uma piada ou um boato. E a Tam proporciona tantas piadas prontas, que até mesmo o Kibeloco seria capaz de criar uma sem copiar ninguém. Que tal: “TAM: antes vivia caindo… agora nem decola”; “T.A.M.: Tamo Atrasado Mesmo”; “Pelo menos dessa vez foi só a rede de dados que caiu”.

Os boatos podiam ser do tipo “passageiro com medo se recusa a voar em Fokker 100 cedido pela Ocean Air à Tam”. Lula declara: “Tá vendo porque eu comprei um avião? Só o FHC pra andar nessa merda”.



 Escrito por Mascavo �s 12h54
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It's the final countdown! Tururutu, tururututu!

Promessa de ano novo cumprida? Existe sim! Eu e o Mascavo prometemos escrever mais no Sbubs este ano e, de fato, o ano foi prolífico. Ano passado só deu pra fazer um Os Cinco Melhores de 2005(Top Five, para os americanizados). Mas este não. Tive que refletir bastante para deixar apenas um Top Ten (Los Diez Más, para os castelhanizados). Se alguém discordar e se importar com a classificação sinta-se livre para usar a caixa de comentários ou me processar (processez moi, para os afrancezados).

 

 

10) Guia sbubs de como participar de todas as conversas

  

9) As 10 mais! 

 

8)  Carnaval! Tempo de reflexão! 

 

7) Porto do Despero (ou Port of Desespeer) Cap. XV

  

6) O senhor do tempo 

 

5) Diario de bordo do Mascavo

 

4) A inequívoca linguagem corporal 

 

3) Paredinha Paulistana 

 

2) Semana Ivan Lins: Segunda Ivan LinsTerça Ivan Lins, Quarta Ivan LinsQuinta Ivan Lins, Sexta Ivan Lins.

 

1) Léo (1993-2006)



 Escrito por Sbub �s 09h56
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Estatísticas e o Papai Noel Velho Batuta

Faz três semanas que eu abri uma conta no Google Analytics para medir o número de visitantes dos Sbubs e de onde eles vêm.

E é com muito orgulho, que ontem, pela primeira vez, uma pessoa que procurou por “Ivan Lins” no Google, veio parar neste blog. Já somos o 17° lugar na busca pelo termo, e subindo! Deve ser assim que o Ivan Lins se sente quando seus discos aparecem na parada de World Music da Billboard ou quando é indicado a um grammy latino.

Para dividir a diversão com vocês, leitores, aqui estão os 37 termos buscados no google que trouxeram desavisados para este blog na última semana:

1. Sbubs
2. scholl + shopping frei caneca
3. causas da inconfidencia mineira 
4. mensagem natal emocionante 
5. belo esta souto pagodeiro 
6. mensagens loucas de natal 
7. vende churros 
8. xuxa musica contrario 
9. musica ivan lins, um feliz natal 
10. tony montana 
11. mensagem natalinas 
12. nomes de atores de musicas natalinas 
13. mascavo zip net sbub 
14. linda mensagem de final de ano 
15. mensagem de navidad 
16. o filho adotivo é a mesma coiza que o natural 
17. onion vila buarque
18. vergonha de aprender como se goza
19. felipe dylon
20. fotos de infância de andre matos
21. "quem já foi ou ainda "
22. chico buarque canta músicas natalinas
23. ivan lins + natal
24. musica feliz natal cantando ivan lins
25. "chico buarque""blog"
26. penelope mtv
27. musica depende de nos criança esperança
28. depende de nós que já foi uma linda criança
29. lucinha lins 2006
30. ivan lins
31. mensagem com a musica merry christmas
32. "quero toda sua boca castidade"
33. um novo tempo apesar
34. natal é tempo novo
35. o novo tempo apesar do
36. uol com musicas natalinas
37. feliz natal + diversas línguas

Estou indo pra Brasília e vamos ficar um tempo sem escrever. Feliz natal pra vocês!

Natal em Brasília

Osama Noel



 Escrito por Mascavo �s 13h29
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A nobre arte de ser deputado

Cara, eu fico imaginando como deve ser difícil ser deputado federal. Primeiro porque custa supercaro se eleger e você ganha muito mal.

Depois, porque Brasília é uma cidade estranha e cara.

Tomemos como exemplo o Nobre Deputado Ciro Nogueira, do PL do Piauí. Para se reeleger ele gastou declarados R$ 732 mil reais.

Em uma legislatura de 4 anos, ganhando 12 mil por mês, ele consegue arrecadar, brutos, 576 mil. Fica um défict de R$ 156 mil.

Ou seja, o abnegado Ciro Nogueira está tomando um preju de R$ 156 mil só para representar o sofrido povo do Piauí.

Isso sem contar o caixa 2. Além de ter gasto muito mais do que os oficiais R$ 732 mil na campanha, ainda ficou muito mais caro esconder o dinheiro que entrou por fora. Ou seja, como estamos nos baseando só em números oficiais, estamos chutando os valores muito pra baixo.

E não venham dizer que ele faz isso porque no congresso pode roubar. Com os 156 mil que ele está gastando para ser deputado, dá pra comprar um belo latifúndio improdutivo na terra árida do Piauí e tomar uma boa verba mensal da Sudene. Isso sem ter que se meter em corrupção, nem correr o risco de tomar uma facada nas costas (pausa na ironia: hahaha, se fodeu, otário! Devia ter sido no avô).

Agora, com o aumento de apenas 90,7%, os números - despesa de campanha com receita do mandato - devem estar só empatando. Mas mesmo levando isso em conta, o cara trabalha praticamente de graça, já que não tem nenhum lucro e ele ainda tem que viver em Brasília.

E viver em Brasília é o nosso segundo argumento. Brasília é uma cidade muito cara. Um apartamento na Asa Sul, de três quartos, com apenas uma vaga na garagem, custa uns R$ 500 mil. Em teresina, com essa grana, você compra dois sobrados com 3 quartos e vagas para 6 carros. E ainda sobra R$ 100 mil para comprar os 12 carros.

Em Elesbão Veloso, interior do Piauí, com R$ 500 mil você compra uma fazenda, com casa grande e senzala, e ainda leva de quebra metade das mulheres da cidade. Você faz idéia de quanto custa uma mulher em Brasília?

Aí você pensa: "ah, mas em Brasília o cara é deputado, manda na cidade..."

Que nada! Em brasília tem 513 deputados, e todo mundo conhece um:

- Sai daqui, moleque, vc sabe com quem vc está falando?
- Com um velhote nordestino!
- Eu sou o deputado Ciro Nogueira! Tenho poder! Posso tornar sua vida um inferno!
- Ah é? Meu tio é o deputado Celso Russomano. Vai encarar?
- Opa, desculpa aí...

Pois é, além dos deputados, lá também estão 81 senadores e até o Presidente. Ser deputado lá é como ser professor substituto em uma escola.

Pois eu vou dar uma idéia que pode resolver não só o problema dos deputados de ganhar pouco, mas também resolver o problema do país inteiro: atrelem o aumento de todos os funcionários públicos - eleitos ou não - ao salário mínimo. Assim, aumenta todo ano! Em ano de eleição (de dois em dois anos) aumenta ainda mais! e todo mundo fica feliz, porque aí deputados e povo estarão unidos no mesmo objetivo.

Update: a primeira visita ao blog depois desse post publicado foi a de número 25 666. Coincidência? Não creio...

Tex



 Escrito por Mascavo �s 10h42
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Sexta Ivan Lins

Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Finalmente chega ao fim a Semana Ivan Lins, a semana em que escrevemos uma série de textos sobre o Ivan Lins para homenagear o Ivan Lins.

Ivan Lins, que nos ensinou que a capital da Nicarágua é Manágua. Ivan Lins, que canta músicas natalinas em diversas línguas! Ivan Lins, que nunca gravou uma música do Guilherme Arantes. Ivan Lins que, apesar do que dizem, não é junto com a Simone uma só pessoa.

Para finalizar essa semana de homenagens ao Ivan Lins, vamos realizar, para cinco fãs do Ivan Lins, o sonho de ser o Ivan Lins por um dia!

 

 

 

 

 

Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes! Guilheme Arantes!
Guilherme Arantes como Ivan Lins

Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor! Walmor!

Walmor Chagas como Ivan Lins

Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe! Lambe!
Daniel Azulay como Ivan Lins

Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins!
Eric Clapton como Ivan Lins

Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito! Silvio Brito!
Sílvio Brito como Ivan Lins

E chega ao fim a Semana Ivan Lins! Uma semana... Vitoriosa!

Quero sua risada mais gostosa
Esse seu jeito de achar
Que a vida pode ser maravilhosa
Quero sua alegria escandalosa
Vitoriosa por não ter
Vergonha de aprender como se goza
Quero toda sua boca castidade
Quero toda sua louca liberdade
Quero toda essa vontade
De passar dos meus limites
E ir além, e ir além
Quero sua risada mais gostosa
Esse seu jeito de achar
Que a vida pode ser maravilhosa

Vão Além, fãs do Ivan Lins! Vão Além!



 Escrito por Mascavo �s 09h19
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Quinta Ivan Lins

Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ah! Você pensou que pararíamos de falar do Ivan Lins, não é? Afinal, já falamos de Lins, da Lucinha Lins, do Ivan Lins... E já falamos também de "Abre-Alas", "Novo Tempo", "Fita Amarela"... só faltou "Madalena".

Pois bem, ainda temos muito para falar sobre o Ivan Lins.

Hoje, na quinta Ivan Lins, faltam apenas 10 dias para o natal. E nada mais justo do que relembrar o quanto o Ivan Lins contribui para o clima alegre, de união, de felicidade das festas de final de ano.

Afinal, "Novo Tempo" também é uma música bastante relembrada nas festas de final de ano nas escolas, nas empresas, nas instituições para deficientes.

Assim como "Depende de nós", que passa essa linda mensagem:

Depende de Noz
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita, ou tem esperança
Quem faz TUDO para um mundo melhor.

Nós, do sbubs já fomos e ainda somos crianças, acreditamos e temos esperança, e fazendo TUDO para um mundo melhor.

Mas nem só de reveillon é feito o brilhante repertório de Ivan Lins. Ivan Lins prova isso nessa mensagem poliglota, que a gente ama e não esquece nunca mais:

Um feliz Natal
Um feliz Natal
e que  Deus lhe guarde próspero ano e felicidade

Por um Natal luz de um tempo novo,
por um Natal justo e amoroso
Por um Natal lindo pro meu povo
É o que quer meu coraçãoooo

Feliz Navidad
Feliz Navidad
Feliz Navidad próspero anõ y felicidad

I wanna wish you a Merry Christmas,
I wanna wish you a Merry Christmas,
I wanna wish you a Merry Christmas,
from the bottom of my heart !

Nós do Sbubs até criamos um slogan:

Com Ivan Lins, o natal é mais felins!

Emocionante, né? Mas aguarde. O melhor está por vir: a sexta Ivan Lins.



 Escrito por Mascavo �s 13h35
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Quarta Ivan Lins

Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins!

Ivan Lins.
Ivan Lins, Ivan Lins!
I – V Ã – L I N S!

Esse é o nome do maior compositor de músicas-tema de novela de todos os tempos.

Quem não se lembra do belo tema da novela Bubascer:

Lalá lalá Bubascer, lalalá...
Lalá lalá Bubascer
Nada cai do céu! Nem cairá...

Ou o tema da série Malu Mulher:

Começar de novo
E contar comigo

Esse talento para musicar novelas fez com que Ivan Lins se casasse com uma atriz de novelas, a sempre querida Lucinha Lins.

E foi a Lucinha Lins que levou Ivan Lins a participar de sua primeira incursão no cinema, no filme Os Saltimbancos Trapalhões, onde Ivan Lins contracenou com o brilhante ator Eduardo Conde. Conde, por sua vez esteve em “Feitiço do Rio” com a estonteante Demi Moore. A mesma Demi Moore que atuou em “Questão de Honra” com Kevin Bacon!

O talento de Ivan Lins para musicar novelas levou Ivan Lins a casar com Lucinha Lins. Lucinha Lins, por sua vez, levou Ivan Lins para atuar em um filme. Ou seja: graças a Lucinha Lins, Ivan Lins tem um grau Bacon 3!



 Escrito por Mascavo �s 12h03
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Terça Ivan Lins

Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Bossa Nova! Há um tempo atrás, um sujeito muito inteligente e com muito o que fazer da vida, resolveu criar um projeto para mudar o nome do bairo Vila Buarque, em São Paulo, para Vila Chico Buarque. Segundo ele, Chico Buarque um dia passou de carro por ali e isso seria motivo suficiente.

A brilhante idéia motivou alguns habitantes da cidade de Lins a mudar o nome do município para Ivan Lins. Aí sim é legal.

No projeto, os linenses, passariam a ser chamado de ivanlinenses.

O hino da cidade seria substituído por uma música de Ivan Lins. E a música “Novo Tempo” (você também já ouviu: Um novo tempo, apesar dos amigos...) só poderia ser cantada em formaturas realizadas na cidade de Lins, quer dizer, Ivan Lins.

Essa boa idéia conta com o apoio do Sbubs.



 Escrito por Mascavo �s 14h13
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Segunda Ivan Lins

Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Ivan Lins! Para começar a semana Ivan Lins vamos falar não do Ivan Lins, mas sim de Ivan Monteiro dos Barros Lins, também conhecido como Ivan Lins.

Ivan Lins nasceu em Belo Horizonte – e não em Lins – em 1904, e morreu no Rio de Janeiro (com choro, vela, e fita amarela, ao contrário do que desejaria Ivan Lins) em 1975.

Filho do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Edmundo Pereira Lins e de Maria Leonor Monteiro de Barros Lins, estudou no colégio Anglo-Americano e também no Colégio do Arnaldo, ambos em Belo Horizonte. Se mudou para o rio em 1917, onde viria a se formar médico em 1930.

Foi depois de se formar médico que ele começou a sacar que o inquérito científico sério não deveria procurar causas últimas que derivem de alguma fonte externa, mas sim confinar-se ao estudo de relações existentes entre fatos que são diretamente acessíveis pela observação, o que é meio óbvio, mas mesmo assim.

Aí ele virou um dos maiores juristas do Brasil, virou ministro e até foi pro Uruguai por causa disso. Mas nunca conheceu a cidade de Lins. Não se sabe se apreciava a música de Ivan Lins.

Ivan Lins ocupou a cadeira N° 1 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é Adelmo Fontoura e cujo patrocinador é uma famosa marca de cerveja.

Nela, sucedeu Afonso d'Escragnolle Taunay, cujo brilhantismo de se chamar Escragnolle nunca superou. Depois de sua morte, foi substituído por Bernardo Elias que também tinha um nome bem normal.

Aguarde, amanhã o texto da Terça Ivan Lins.



 Escrito por Mascavo �s 14h25
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Os 10 mais

Os dez melhores discos que eu ouvi esse ano. Talvez algum deles tenha sido lançado há um ou dois anos atrás, mas eu só ouvi esse ano. Não necessariamente nessa ordem.

1 – Little Willies – Little Willies
2 – Rock ‘n’ Roll Is Dead – Hellacopters
3 – Whatever People Say I am, that’s What I’m Not – Arctic Monkeys
4 – Wolfmother – Wolfmother
5 – Idem – Móveis Coloniais de Acaju
6 – Live at the Paradise – Pixies (eu gravei o áudio num CD).
7 – Black Sessions – Arcade Fire

Navegando pelos arquivos do Sbubs, percebi que a mais de dois anos eu prometi aqui uma série especial de posts chamada “Semana Ivan Lins”, para homenagear o maior compositor brasileiro da bossa nova. Mas acho que vou usá-la para homenagear  o Ivan Lins, mesmo, que tem mais a ver. Então aguardem! A semana que vem será a SEMANA IVAN LINS!



 Escrito por Mascavo �s 16h19
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Um serviço à comunidade

Sou jornalista, e como tal representado pela Fenaj - Federação Nacional dos Jornalistas, a pior representação de classe de todos os tempos. Pior que torcida organizada bancada por cartola.

A Fenaj dedica seu tempo a bizarrices como a criação de um órgão de controle da imprensa, a queda de braço pela exigência de diploma para exercer o jornalismo (parêntese longo: qualquer um exerce o jornalismo sem diploma. Quem quer carteirinha de jornalista é para ter algum privilégio. No Brasil se devia exigir simplesmente que o governo garantisse que todo mundo tivesse diploma. A briga devia começar por aí).

Do que estávamos falando? Ah, sim! Então, para não dizer que eu só reclamo e não faço minha parte, aqui vão algumas boas idéias pelas quais realmente vale a pena brigar.

Leis para serem aplicadas à atividade do jornalismo e também ao manual de língua portuguesa.

1) Proibir o uso da palavra “Hermanos” para se referir aos argentinos. Proibir também fazer comparações com futebol sempre que se falar da argentina.

Assim não haveriam mais matérias como essas:

“Os Hermanos estão muito contentes com a produção de alfajores no país. Assim como a rapadura é o nosso Rivaldo, o Alfajor é o Riquelme da Argentina”.

“Enquanto o Brasil dá goleada na Argentina comandado pelo xerife Dunga, os Hermanos dão um passeio nos canarinhos quando o assunto é literatura. O  “técnico” Eduardo Duhalde que o diga”.

“Los Hermanos faz show canarinho na terra dos Hermanos”.

2) Proibir o uso de letras maiúsculas para denotar importância. Seriam proibidas frases como nos exemplos abaixo.

“a Redação do Jornal Folha Do Agreste considera cada Leitor ou Assinante muito Importante. Assim como são Importantes as suas Cartas, principalmente aquelas escritas por Idosos – sejam eles Brasileiros ou Imigrantes – ou por membros da Igreja. Também estimamos muito àqueles formados em Geografia, Teologia e Belas Artes. As Cartas enviadas ao Edifício-Sede serão sempre Publicadas Primeiro do que aquelas enviadas às Sucursais”.

Essa lei, por conseqüência, ia acabar com o Manual De Redação Do Estado De São Paulo.

3) Rotação de colunistas.

No vôlei, a cada saque, todo mundo tem que mudar de posição. Isso deixa o jogo mais equilibrado e valoriza os jogadores mais talentosos. Na agricultura, existe uma técnica de rotação: a cada temporada, planta-se uma coisa diferente – isso refresca o solo.

Seguindo os mesmos objetivos dos exemplos mencionados acima, sugiro uma rotação de colunistas.

Todo grande jornal e revista tem um imbecil falando de política e alguém um pouco menos babaca fazendo humor. A idéia é que essas pessoas se revezem. Olha como seria interessante:

- Diogo Mainardi fazendo trocadilho e Millôr criticando políticos na Veja.

- Carlos Heitor Cony recitando piadinha da internet enquanto o José Simão fala sobre a vida em Brasília.

Aliás, aproveito a oportunidade para informar. que o Diogo Mainardi é o meu dermatologista.



 Escrito por Mascavo �s 16h06
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Idade dos porquês

Cena – 2010. Um pai lê jornal na sala enquanto o filho folheia uma edição do Almanaque 80.

- Pai, o que é gravadora?
- Mmmm... É assim, antes, ter gravador de disco em casa era algo muito caro... Então era uma empresa que gravava o disco e já vendia ele gravado para você.

- E quem era José Sarney?
- Sabe o síndico do prédio, aquele velhinho que ninguém gosta, todo mundo sabe que rouba uma grana, mas mesmo assim está sempre lá? Era um cara como se fosse isso, só que do Brasil inteiro.

- E os Menudos, quem eram?
- Era tipo um RBD só para meninas.

- E o que era gótico?
- Era como se fosse uma versão de halloween do emo!

- E campeonato carioca, pai, o que que é??
- É um mito filho... Um negócio que nunca existiu de verdade.
- Tipo ideologia político-partidária?
- É, tipo isso.



 Escrito por Mascavo �s 16h36
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Paredinha Paulistana

Sim, o paulistano é um brasileiro peculiar.

Mas sua maior peculiaridade não é, como pensam muitos, venerar a Pizza como um deus pagão, falar pastel no singular e chopes no plural, ou se considerar um padrão a ser seguido.

O Paulistano revela sua verdadeira identidade cultural no trânsito.

No trânsito, um paulistano reconhece o outro, mesmo que a placa do carro seja de um estado diferente. E também reconhecem um forasteiro, não importa o quanto ele tente esconder.

E é aí que os paulistanos mostram sua união e capacidade de organização, fazendo aquilo que chamo de “paredinha paulistana” (deve ter outro nome, mas eles não me deixam descobrir).

Funciona assim. Dois ou mais paulistanos percebem que você está com pressa e bloqueiam seu carro de forma que você não consiga ultrapassar ninguém. Existem diversas modalidades.

Paredinha simples
É o modo mais básico. Em uma rua de duas pistas, os dois carros se emparelham na sua frente. É o modo mais fácil, o único que permite comunicação verbal. Geralmente feito entre um taxista e um paulistano comum, disfarçado de pedido de informações. A manobra mais admirada da paredinha simples é ficar parado em um sinal aberto e partir quando ele ficar amarelo, obrigando a vítima a esperar novamente.

Pizza

Cerca viva
Um paulistano se arrasta à frente da vítima, enquanto o outro emparelha ao seu lado. Há várias manobras. O carro da frente dá a seta, dando a esperança que vai dar passagem, mas nunca dá. O carro ao lado reduz a velocidade, abrindo um pequeno espaço para escapar, mas logo retoma.

Seguro contra enchente

Overlap
Modalidade complicada e arriscada, deve ser feita na pista da esquerda, em um trânsito movimentado. O primeiro paulistano começa a se arrastar na frente da vítima. Essa finalmente decide ultrapassar pela direita, saindo pela lateral e se colocando a frente do paulistano. É aí que um outro carro, que estava mais a frente, entra na jogada. Ele começa a se arrastar, obrigando a vítima a reduzir a velocidade. O primeiro carro sai de trás da vítima e forma uma cerca viva ou prepara um segundo overlap.

Maluf vai voltar.

Churrasco de bife.

Figura 8
Mais complicada das paredinhas, envolve três carros, além da vítima. Geralmente o do meio é uma kombi. A vítima fica atrás dela e os dois outros carros saem de trás da vítima, ocupando as pistas laterais. Depois os três se revezam: enquanto um bloqueia, os outros dois mudam de pista, dando a esperança à vítima de que ela vai conseguir escapar.

Viagem todo fim de semana.

Milho na praia.

Cachorro quente com purê

Aniversário na pizzaria

Pizza é deus.

A paredinha paulista é a maior expressão da cultura do povo de São Paulo. Quem quiser vê-la deve se dirigir a avenidas movimentadas como as marginais, a avenida 23 de Maio e avenida Paulista.



 Escrito por Mascavo �s 16h59
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